Feito em Minas
5/11/2009
Serão 18 desfiles individuais que fazem parte do calendário oficial da moda mineira, o Minas Trend Preview, que se realiza até sábado, em Belo Horizonte. No primeiro dia, foram seis. Confira.
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Celso Afonso
O também arquiteto mineiro se valeu da estética rocker, que, mais uma vez, foi o fio condutor de uma coleção na semana de moda mineira. Com inspiração nas ruas e na arte da tatuagem, o estilista apresentou bolsas bem interessantes. Uma inovação foi o trabalho de tatuagem no couro. Os destaques da coleção ficam por conta da bolsa com spikes gigantes, a megabolsa de pele de ovelha e as em formato de guitarra.
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Chouchou
Segunda marca da Patachou estreou na passarela com uma coleção leve e divertida. Direcionada às meninas jovens e antenadas, apresentou uma coleção um pouco romântica, com saias balonê, babadinhos e laços, mas também um pouco roqueira, com microssaias, shortinhos de cintura alta, tachas e saltos bem altos. Tudo bem fofito e atendendo ao desejo da menina de hoje de ser sexy e romântica.
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Última Hora
Estreou com uma pegada setentista. Uma coleção hippie contemporânea com muita sobreposição de tecidos finos e malhas formando várias camadas com muita leveza. Bonito, porém nada novo.
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Mary Design
A designer mineira fez o desfile mais bacana do primeiro dia de evento. Inspirada na culinária, principalmente a italiana, ela propôs uma brincadeira com golas de tubos de penne e veludo, com microlaços em formato de farfalle, com gelo em molde de conta de resina em belíssimos colares transparentes. As bijus são exuberantes com uma volumetria inovadora de trançados e torcidos em mescla de tecidos, metais, argolas. Tudo muito rico e com construções luxuosas. Segundo Mary, a coleção faz um apelo ao tato: “as peças carecem ser tocadas, sentidas, desejadas, assim como o que comemos.”
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Vivaz
Apresentou divas da era disco e dos anos 80. Tudo com muito brilho, bordados em cristais, brocados, flores, laços e pingentes. E tudo ao mesmo tempo agora. Vestidos de festa para uma mulher poderosa, sexy e exuberante. Pena que o casting era de new faces e elas não conseguiram carregar tanto poder na passarela.
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Faven
A grife acertou muito na cartela de cores: vermelhos e rosas juntos. A combinação da malha com a seda também funcionou muito bem nos vestidos curtos em malha com mangas tipo “minnie” de seda sob as malhas. Os coletes desestruturados e assimétricos em malha também apareceram, junto às franjas localizadas ou em saias inteiras. A sobreposição foi bem forte em tecidos finos, dando uma cara de homeless-chic.
Por Patrícia Parenza
Viajou a convite do Minas Trend Preview
Fotos Márcio Madeira/Divulgação
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